Ontem conheci por intermédio do meu amigo Warley
um muçulmano de nome Samuel. Ele estava se preparando para o
Banquete do Quebra-Jejum, uma das festas mais importantes para os muçulmanos. A comemoração que acontece
depois do Ramadã, mês sagrado no Islã, quando se faz 30 dias de jejum.
30 dias?!!! Uaaaau!!!!!!
Logo de cara, perguntei sobre a
mulher muçulmana.
Ele respondeu: “o ocidente tem uma visão distorcida sobre a mulher muçulmana”
Eu sorri, confirmando
e ao mesmo tempo esperando
a explicação.
Conversamos por mais de uma hora. Uma conversa
bastante agradável. Explicou:
Se a mulher quiser trabalhar fora, esse dinheiro é dela.
Sustentar mulher e os filhos é obrigação do homem, um dever!
Perguntei pelo
véu. A finalidade é esconder das vistas do homem tudo aquilo que desperta o desejo. Mas, na presença da família a mulher pode se vestir se produzir da maneira que quiser. Pode maquiar, fazer o cabelo... No Brasil, elas trabalham, estudam, outras são donas de casa, tem de tudo.
Samuel
finalizou nossa conversa: estava sem tempo, indo para a rua Itapemirim no bairro Serra.
Me falou: “O profeta Mohamed diz
que a busca do conhecimento é uma obrigação tanto para o muçulmano como para a muçulmana”. Ele
me prometeu que na primeira oportunidade, me leva até uma muçulmana, tirando assim de vez,
"todas" as minhas dúvidas.
Já espero por este dia ansiosa...
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